Paradoxo da Improbabilidade Consciente: Uma Análise entre Probabilidade, IA e Filosofia
Meu pai me perguntou o que eu queria de presente. Eu disse: ● Riqueza; ● Impunidade; Ao menos me tornei rico. E ganhei uma máquina, não uma maquita. “Alguns ricos são tão miseráveis, coitados. Viajam de primeira classe e, olhando o mundo lá de cima, cospem do avião a dez mil pés. A saliva acerta a cabeça de um pobre, morto na hora. Ainda assim o rico é solto após pagar fiança, porque o crime foi considerado ‘desastre culposo’: afinal, ele não pretendia cuspir.” Apesar de comovente esse relato de meu pai falecido, eu agora o desconsidero bastante. Destaco-me no setor de liderança na empresa técnica em coleta, armazenamento e processamento de um conjunto imenso de dados, aparentemente desconexos entre si. No entanto, quando inferidos, apresentam resultados surpreendentes. Com certeza, reconheciam tanto o meu talento no emprego que recebi ontem um presente curioso: uma máquina com um software capaz de listar todas as minhas possíveis ...